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Temas Críticos para 2018 – Ambiente e desenvolvimento

O ano de 2018 se inicia e grandes questões ambientais estão sendo levantadas para 2018 e entre elas estão alguns pontos preocupantes do ano anterior tais como o aumento das emissões globais de carbono, os desastres naturais, o abandono dos EUA no Acordo do Clima de Paris entre outros temas. Alguns desses principais tópicos críticos podem ser vistos com mais detalhes abaixo.

Poluição do ar:

Os governos tem demonstrado grande preocupação com a qualidade do ar. Em 2017 a China, um dos países que mais emitem gás carbônico no Mundo conseguiu reduzir a poluição do ar de Pequim em 20%. Outros países como a Índia também demostraram interesse na criação de novas políticas sustentáveis, porém não se sabe como essas políticas estão funcionando, ou sequer estão sendo aplicadas. É preciso monitorar tais políticas para os resultados se tornarem mais concretos.

Petróleo

A energia derivada do petróleo está de fato em decadência, porém ainda é muito forte em países como EUA. Muitas empresas estão buscando fontes alternativas viáveis para substituir o petróleo tais como a Tesla, a Volvo e a Ford. O setor automotivo, por exemplo, está desenvolvendo carros elétricos cada vez melhor otimizados. Com essa nova postura, as companhias petroleiras também estão buscando soluções para contribuir com o meio ambiente e reduzir suas emissões.

Água

A crise hídrica é uma realidade que pode atingir 33 países até 2040 de acordo com projeções. A ONU pode adotar uma resolução que irá reconhecer a questão da escassez de água na prevenção de conflitos. A falta de água é um problema global que pode gerar deslocamento em massa de pessoas e conflitos civis.

Saída dos EUA do acordo do clima de Paris

O presidente americano Donald Trump anunciou no dia 1° de junho de 2017, que vai retirar os EUA do acordo do Cima de Paris, essa decisão vai contra a maior parte da opinião pública do país. Trump justifica a saída como uma forma de preservar a economia americana que ainda depende de fontes de petróleo, gases e queima de carvão. Com a saída dos EUA, a quantidade de emissões pode aumentar consideravelmente, assim como pode incentivar outros países a saírem do acordo com o medo de serem afetadas economicamente.

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