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ISO 50001 – Novo Padrão Internacional

A última versão do Padrão de sistema de gestão da energia, a ISO 50001:2018, foi publicada internacionalmente no dia 21 de agosto, 2018. Essa revisão marca a segunda edição do padrão e logo deve ser atualizada oficialmente no Brasil.

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Desde sua publicação em 2011, a norma ISO 50001 tem se tornado extremamente relevante. Aproximadamente cerca de 20216 organizações já foram certificadas de acordo com a norma no final de 2016. De acordo com a instituição ISO, a evidência disponível mostra que as organizações que estão adotando a norma ISO 50001 se beneficiam de melhorias iniciais energéticas de 10% ou mais, tendo uma maior economia nos custos, em sua maioria sendo através de ações de baixo custo, ou nenhum custo para as operações.

A norma possui uma relevância global, principalmente por ser muito amigável aos negócios. Ela visa permitir que as organizações estabeleçam sistemas e processos que melhoram continuamente a performance energética – incluindo eficiência, uso da energia, e consumo de energia – dispondo os requisitos para um processo sistemático baseado em dados e fatos. Os indicadores de desempenho energético e linha de base (valor de referência), são dois elementos interconectados na ISO 50001, permitindo que as organizações demonstrem as melhorias em desempenho energético.

O sucesso da implementação de um sistema de gestão da energia requer uma mudança cultural dentro da organização e comprometimento de todos os seus níveis e funções, especialmente para os tomadores de decisão dentro da empresa. A ISO 50001 informa que a organização deve determinar problemas externos e internos, entendendo as necessidades e expectativas de partes interessadas e assim determinar os riscos e oportunidades que devem ser levadas em consideração para alcançar as metas estipuladas e melhorar a eficiência energética.

A nova versão possui conformidade com os requisitos da ISO para gestão dos sistemas padrões, incluindo a incorporação de uma estrutura de alto nível, texto base idêntico, e definições e termos comuns, dessa forma assegurando um alto nível de compatibilidade com outros sistemas, incluindo a ISO 9001:2015, ISO 14001:2015 e ISO 45001:2018.

 

As principais mudanças desde a última edição são:

  • Adoção dos requisitos ISO para gerenciamento dos padrões de sistema, garantindo um alto nível de compatibilidade com outros sistemas;
  • Suporte para integração com processos estratégicos de gestão;
  • Esclarecimento da linguagem e organização;
  • Maior ênfase no papel da gestão principal;
  • Termos e definições foram atualizadas e colocadas em contexto;
  • Inclusão de novas definições, incluindo “melhoria de desempenho energético”;
  • Clarificação sobre a exclusão de tipos de energia;
  • Clarificação das análises de energia;
  • Normalização da energia;
  • Adição de detalhes nos planos de informações energéticas, e requisitos relacionados;
  • Clarificação dos textos dos indicadores de eficiência energética e linhas de base para um melhor entendimento dos conceitos.

O período de transição do novo padrão é de três anos.

 

Aqui na SGS oferecemos soluções em forma de auditorias e certificações assim como diversos serviços socioambientais e consultoria. Para ficar a par de todas as novidades e serviços, você também pode acessar nossos materiais educativos, ou então pode me mandar uma mensagem clicando aqui.

 

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[Clipping] A visão das instituições financeiras sobre os CBios

Matéria original – NovaCana.com — 24/08/2018

https://www.novacana.com/n/eventos/luzia-hirata-visao-instituicoes-financeiras-cbios-240818/

A questão da sustentabilidade é estratégica porque ela sempre está pensando no longo prazo e, dentro do ponto de vista de investimentos, essa questão está se tornando bastante relevante”. Essa frase, foi dita em 2011 por Luzia Hirata, então analista da SustainCapital e atual gestora de ativos do Santander, durante um evento voltado para o setor de biocombustíveis.

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Há sete anos, contudo, os empresários do setor sucroenergético nem ao menos sonhavam com a existência da nova política nacional de combustíveis (como o RenovaBio) e não sabiam ao certo como as vantagens ambientais do etanol poderiam ser exploradas economicamente. Só se falava em Cide. Agora, as possibilidades abertas pelo programa são muitas e é preciso saber explorar a previsibilidade de longo prazo proporcionada pelo programa.

Dessa forma, Hirata volta a falar diretamente com os empresários do setor de açúcar e etanol. Ela foi convidada para o NovaCana Ethanol Conference por sua atuação como presidente do grupo de trabalho GT Sustentabilidade, que faz parte das articulações do Ministério de Minas e Energia (MME) com o setor financeiro para regulamentação do mercado de créditos de descarbonização (CBios).

Engenheira química formada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Hirata é também mestre em macroeconomia e finanças pelo Insper – Instituto de Ensino e Pesquisa. Desde 2014, ela integra a equipe do Santander na área de gestão de ativos.

A profissional, especializada em meio ambiente, também tem passagens registradas por empresas como Bridgestone, PricewaterhouseCoopers (PwC), Sustaincapital, Key Associados, BSD Consulting e CDP – Global Enviromental Reporting System.

O GT Sustentabilidade, por sua vez, é um dos fóruns da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Dentre seus participantes estão representantes de instituições como: Bradesco, GPS Planejamento Financeiro, BTG Pactual, Brasil Plural – Banco Múltiplo, Banco Modal, Sul América Investimentos, Itaú Unibanco, Votorantim, Daycoval e Caixa Econômica Federal.

Potencial de crescimento do setor sucroenergético

Ao longo dos próximos anos, com o RenovaBio em voga e o mercado de CBios em pleno funcionamento, o futuro do setor sucroenergético passa a receber uma influência direta do mercado de papéis. Um estudo da Empresa de Pesquisa e Energia (EPE), vinculada ao MME, aponta três cenários possíveis de crescimento, considerando diferentes possibilidades de valor dos CBios.

“Com as metas de descarbonização definidas, haverá um estímulo para produção de biocombustíveis, o que aumentará a busca pelos CBios”, afirma o documento, que continua: “Com tal sinalização econômica, espera-se que as usinas se sintam impulsionadas a produzir mais biocombustíveis e de forma mais eficiente, aumentando a oferta deste certificado e regulando seu preço no mercado, onde ele será comercializado”.

Dessa maneira, os CBios passam a influenciar índices como área colhida, moagem, produtividade, oferta de etanol e geração de eletricidade.

Assim, em um cenário de preços de CBio mais elevado, a moagem pode crescer em torno de 3,7% ao ano no período de 2018 a 2030, alcançando 945 milhões de toneladas. A produção de etanol, por sua vez, cresceria 6,4% ao ano, alcançando a marca de 54 bilhões de litros.

Já em um cenário desfavorável, a taxa de crescimento da moagem cairia para 2,1% ao ano, elevando o total do setor para 812 milhões de toneladas. Ou seja, mesmo com os CBios em baixa, ainda haverá espaço para crescimento, com a oferta de etanol atingindo 42,8 bilhões de litros.

Os primeiros passos

A evolução desse mercado, entretanto, deve se dar de forma gradual. De acordo com as premissas apresentadas pelo MME durante a consulta pública que determinou a meta do RenovaBio, apenas 28% da capacidade de produção de biocombustíveis deve participar do programa em 2019. Esse índice deve aumentar para 46% em 2020, alcançando 98% em 2025.

Um dos empecilhos no caminho dos produtores está na certificação, que envolve o preenchimento da calculadora do programa – a RenovaCalc –, a presença de uma firma certificadora, e a comprovação dos dados fornecidos por meio de uma documentação.

Enquanto muitos parâmetros da RenovaCalc são conferidos de forma simples, com a verificação de registros internos, outros precisam de documentos como recibos e notas fiscais, que devem ser guardados pelas usinas. Sendo assim, as unidades interessadas em participar do RenovaBio devem adquirir desde já hábitos organizacionais que podem facilitar os processos adiante.

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Gestão de Resíduos – Soluções para coleta de Resíduos

Sua empresa conta com uma gestão de resíduos eficiente? Muitas vezes pode parecer que a preocupação com a gestão pertence apenas a empresas de grande porte, porém isso é um equivoco. As soluções para coleta de resíduos podem ser aplicadas em todos os níveis estruturais, basta a colaboração da diretoria responsável pelas mudanças.

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O primeiro passo para a estruturação da gestão de resíduos é pensar em como eles são armazenados dentro de sua companhia de acordo com seus componentes. Nesse momento é essencial ter uma equipe de gestão de resíduos com experiência em todos os setores de mercado para desenvolver a solução mais adequada de acordo com os seus produtos.

Após estruturar como será feita a gestão e coleta/separação do lixo, é necessário ter um centro de armazenamento licenciado. Após verificar o conteúdo do lixo, compactando-o e armazenando-o antes do transporte e reciclagem ou então eliminação segura em uma de nossas instalações.

As instalações são selecionadas de acordo com o tipo de resíduo. O sistema de gestão de registros usa dados de informações de segurança de produto químico (FISPQ) para produzir relatórios precisos e garantir que as operações cumpram as normas de saúde e de segurança ambientais.

Oferecemos orientações sobre os métodos para gerenciar os seus resíduos da forma mais econômica e eficiente possível. Nossos abrangentes serviços para resíduos incluem o pré-tratamento, armazenamento intermediário e recondicionamento de produtos residuais industriais perigosos. Para reduzir o descarte de resíduos, estamos constantemente investigando formas de reciclar e reutilizar materiais para evitar contribuir com aterros sanitários.

Nossos serviços de gerenciamento de resíduos incluem:

  • re-embalagem de resíduos e produtos perigosos
  • recondicionamento de resíduos
  • tratamento de resíduos

O processamento é feito em nossas estações de tratamento, por nossos técnicos credenciados. Todo o nosso trabalho está em conformidade com os mais recentes princípios ambientais nacionais e internacionais. Oferecemos a você uma certificação, como prova de que os seus resíduos foram processados de acordo com as regulamentações para o seu setor. Ela pode ser usada para outros requisitos administrativos, tais como licenças de fornecimento, documentações de transporte e segurança.

 

Aqui na SGS oferecemos soluções em forma de auditorias e certificações assim como diversos serviços socioambientais e consultoria. Para ficar a par de todas as novidades e serviços, você também pode acessar nossos materiais educativos, ou então pode me mandar uma mensagem clicando aqui.

 

Agricultural soy plantation on sunny day - Green growing soybeans plant against sunlight

Moratória da Soja e seu impacto na preservação ambiental

Conhece a Moratória da Soja? Trata-se de uma associação criada em 2006 de diversas empresas associadas à ABIOVE – Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais, que se comprometeram a não comercializar soja, que venha de áreas desmatadas do Bioma Amazônia.

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O programa conta com o resultado de monitoramentos geoespaciais, que identificam a produção e cultivo de soja em áreas desmatadas a partir de julho de 2008. Através desse monitoramento é possível elaborar uma lista de propriedade rurais que não estão em conformidade com a Moratória.

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Através do Protocolo estabelecido, é possível visualizar conceitos, definições, procedimentos e instruções específicas que devem ser seguidas pelos organismos de verificação. Esses padrões então devem ser seguidos por organismos de verificação independentes – evitando assim um possível conflito de interesses – que vão verificar o cumprimento da moratória.

Seguindo os parâmetros do protocolo, cabe aos auditores independentes avaliarem os pontos. O período da auditoria abrange o tempo da safra do ano corrente, compreendendo o período entre o dia 1° de abril do ano anterior até o dia 31 de março do ano seguinte.

 

Listas de propriedades rurais não conformes com a Moratória

Como mencionado anteriormente, o Grupo de Trabalho da Moratória da Soja produz, anualmente, listas de propriedades rurais não conformes com a Moratória. A vigência de cada lista abrange o período posterior entre a sua emissão e a comunicação de uma lista atualizada.

Esta lista privada é utilizada pelas empresas compradoras signatárias da moratória para rejeitar operações de compra ou financiamento. Portanto, há a necessidade de verificar o sistema de controle das empresas que garante compras e concessão de financiamento em conformidade. Ou seja, que garante que a soja originada em propriedade não conforme não foi financiada nem adquirida. O instrumento de verificação é uma auditoria independente.

A base para esta auditoria são as listas vigentes. Estas são disponibilizadas junto a este protocolo e demais documentos do processo de auditoria independente na formalização da entrega dos documentos a empresa de auditoria devidamente registrada no “Formulário de Comunicação da Verificação Independente”.

 

Como a moratória impacta o mercado e a Amazônia

Através dos processos de auditoria, é possível verificar a cadeia de compra da soja, evitando que a mesma seja comprada por fontes ilegais ou que não possuem métodos sustentáveis de acordo com os padrões. Ao realizar a auditoria, sua empresa demonstra o interesse sustentável, além de garantir seu negócio dentro dos grandes compradores.

 

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Melhorando o desempenho energético

Como podemos implantar um sistema eficiente de desempenho energético? Muitas vezes dentro de uma empresa que já tem uma grande estrutura montada essa questão pode ser um grande problema. Porém é possível aplicar pontos de melhoria em qualquer nível de qualquer organização, basta saber os pontos principais e quem são os tomadores de decisão dentro de cada setor.

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A implantação deve ser levada ao grupo responsável pelas grandes decisões dentro da empresa, que definirão quais os principais objetivos e metas a serem alcançadas em termo de desempenho energético junto a uma visão corporativa para implementar de forma bem sucedida as mudanças propostas.

Sobre o sucesso da implantação do sistema, tudo depende da compreensão, por todos, de que a iniciativa trará ganhos financeiros para a empresa a longo prazo, pois aumenta a competitividade ao reduzir custos produtivos desnecessários. Outros ganhos também se caracterizam pela sustentabilidade econômica e ambiental do negócio, além da redução de investimentos na infraestrutura necessária para distribuição de energia.

Qual norma me ajuda?

A ISO 50001 específica os requisitos de um sistema de gestão da energia (SGE) para uma organização desenvolver e implementar uma política energética, estabelecer objetivos, metas e planos de ação que considerem requisitos legais e relativos ao uso significativo de energia.

A aplicação da norma pode ser ajustada de acordo com requisitos específicos também. Isso inclui a complexidade do sistema, grau de documentação e recursos. A norma toma como base a estrutura de melhoria contínua do Plan-Do-Check-Act e incorpora a gestão da energia nas práticas organizacionais diárias, além de melhorar a competitividade e redução de emissões de gases de efeito estufa.

Outra dúvida é: quais tipos de energia a norma averígua? Independente do tipo de energia, todos podem ser medidos e administrados, gerando então a certificação, registro ou a autodeclaração do SGE de uma organização.  Também, a norma não possui requisitos absolutos para gerar a certificação, além dos já estabelecidos na política energética da empresa.

 

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Relatório de Sustentabilidade – Criando uma estratégia de Gestão

Qual a relevância do relatório de sustentabilidade e que efeito ele têm sobre a sociedade?

O relatório de sustentabilidade tem como objetivo demonstrar para o mercado e para stakeholders a responsabilidade social e ambiental da empresa. Através do relatório é possível demonstrar todas as ações que a empresa tem tomado para ter um impacto positivo no meio ambiente, sociedade e economia.

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E como iniciar o desenvolvimento desse relatório?

Para desenvolver um relatório de sustentabilidade, são necessários métodos de identificação, mensuração e divulgação do desempenho sustentável. Todas essas informações então podem ser publicadas de forma periódica através de relatórios. Tais relatórios permitem algumas coisas:

  • Desenvolver uma estratégia de gestão voltada para o futuro, baseada em informações consistentes sobre os impactos positivos e negativos da sustentabilidade, tanto causados pela empresa como por fatores externos, tais como alterações climáticas ou questões de direitos humanos;
  • Melhorar o diálogo entre os acionistas, o que auxilia as empresas a identificar riscos e oportunidades ligados à sustentabilidade;
  • Ajudar a mudar a mentalidade, buscando o que faz sentido para os negócios em um mundo dinâmico, onde importa não somente o aspecto financeiro, mas também o econômico, social e ambiental.

Portanto podemos afirmar que os relatórios de sustentabilidade representam o interesse público, pois impulsionam o movimento e interesse pelo desenvolvimento sustentável dentro dos principais agentes de mudança, grandes empresas, stakeholders e líderes dentro do mercado.

Como funcionam os critérios dos relatórios?

O desenvolvimento dos relatórios tem evoluído através de práticas experimentais, desde o final dos anos 90 até o padrão estabelecido para as maiores empresas de hoje. No Brasil 88 das 100 maiores empresas realizam seus relatórios e estima-se que cerca de 6 mil empresas ao redor do mundo também o façam.

A cada dia, mais investidores exigem informações sobre o desempenho sustentável das empresas, o que tem motivado a busca por meios de publicação e estudos efetivos de reduções no impacto ambiental. Assim como investidores, órgãos reguladores também tem se tornado mais ativos. Na França, por exemplo, os relatórios de sustentabilidade se tornaram obrigatórios.

Outro benefício das diretrizes dos relatórios de sustentabilidade é que elas são amplamente utilizadas ao redor do Mundo, referenciando importantes normas e convenções internacionais, como por exemplo, o Protocolo GHG e convenções da ILO – International Labor Organization.

 

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Como incorporar sustentabilidade na sua empresa e negócio

A sustentabilidade a tempos atrás não possuía o mesmo destaque de hoje em dia. Tínhamos uma visão apenas ‘econômica’ e não sustentável de fato ao poupar nossos recursos, sejam eles para uso pessoal quanto no nível industrial. Hoje trata-se de uma questão de consciência coletiva com o objetivo de preservar recursos naturais, e as empresas tem um papel fundamental nisso.

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E como podemos incorporar a sustentabilidade na sua empresa de fato? A principio a sustentabilidade deve estar nos pilares da companhia, ou seja, deve ser pensada junto aos valores da mesma para garantir uma cadeia de processos, práticas e produtos que condizem com os valores tanto sustentáveis quanto comerciais da empresa. Além disso, ter uma boa gestão e base bem estruturada atrai colaboradores que possuem a mesma consciência e valores, adicionando ainda mais valor como um todo.

Internamente, os valores a serem implantados devem partir dos líderes, que são responsáveis pelo compartilhamento e engajamento das boas práticas. Assim toda a cadeia sustentável se mantém a partir de programas de engajamento criados pela companhia, com o objetivo de eliminar a geração de resíduos, economizar energia e reaproveitar a água entre outros.

Mesmo com uma boa implementação dos valores internos, o principal impacto em grande parte dos casos parte de fora. É necessário engajar toda a cadeia de negócios e para isso existem processos como a Auditoria de Fornecedores, que ajuda a consolidar os valores da empresa e gera parcerias com os mesmos objetivos.

Com toda a estruturação concluída, são gerados diversos benefícios para o meio ambiente e sua empresa. O reconhecimento pela preocupação com os pilares econômico, social e ambiental é claro e gera um feedback positivo com todos os stakeholders.

 

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Como a gestão pode melhorar a eficiência energética da sua empresa?

O mundo moderno não seria nada sem a produção, distribuição e fornecimento previsível e confiável de energia. O setor de energia é multifacetado e diversificado, composto por diferentes disciplinas e processos.

Graças à sua experiência e excelência, a SGS pode ajudar empresas de energia a operar seus negócios com tranquilidade, lucratividade e confiabilidade.

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Importância da gestão

As certificações de Gestão da Energia ISO 50001:2011 permitem demonstrar o compromisso da sua organização no uso responsável das fontes de energia, em todas as suas atividades. Implementar e certificar um Sistema de Gestão Ambiental e Energética eficiente oferece ao mercado e às garantia real de sua responsabilidade com o meio ambiente.

Uma melhora na eficiência energética dentro da sua organização tem o potencial de trazer benefícios comerciais significativos. Tendo isto em mente, a SGS desenvolveu serviços de auditoria energética para lhe ajudar a achar as melhores informações para oportunidades de melhoria.

Os serviços de auditoria energética são um ponto-chave de nossos dedicados serviços de eficiência energética, e o primeiro passo em direção à sua estratégia abrangente de gerenciamento energético. Mas mesmo sem um processo de auditoria ativo sua empresa pode adotar medidas que podem ajudar na economia e eficiência como um todo.

 

Como implementar um plano de gestão

Em primeiro lugar é necessário elaborar um inventário que possua o consumo energético detalhado. Os processos de auditoria normalmente partem desse ponto para fazer a análise.

A partir do inventário é possível quantificar os gastos e enxergar oportunidades para uma maior economia de energia. Essa estratégia de gerenciamento energético também pode partir de uma auditoria passada, observando pontos a serem melhorados e verificando o feedback desse processo atualmente.

 

Como funciona o processo de certificação?

 

  • Etapa A – Proposta Técnicocomercial elaborada pela SGS

 

  • Etapa B – “Pré auditoria” opcional de diagnóstico de pontos fracos e prontidão

 

  • Etapa C – Auditoria formal “Estágio 1 – Análise de prontidão”. Documentos e outros elementos chave do sistema serão avaliados e as não conformidades serão comunicadas.

 

  • Etapa D – “Estágio 2”: entrevistas, análise de registros e observação das práticas de trabalho. As não conformidades serão tratadas.

 

  • Etapa E – Visitas de acompanhamento para verificar o sistema e a implementação do plano de ação.

 

  • Etapa F – Auditoria de recertificação após três anos.

 

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Soluções em saúde e segurança

Soluções em saúde e segurança

Independente do tamanho de sua organização, o sistema de testes de ferramentas médicas, certificação, auditoria e treinamento podem te ajudar a navegar pela complexidade de regulações de sistemas e ferramentas na área da saúde. Isso traz seus produtos a tona no mercado, garantindo confiabilidade com as normas requeridas no mercado.

Sendo a maior empresa do Mundo líder em Inspeção, verificação, teste e certificação, nós ajudamos nossos clientes com uma estratégia líder em marketing e network global de toda nossa expertise com ferramentas na área da saúde, laboratórios e especialistas.

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Qualidade, meio ambiente, saúde e segurança: A SGS pode ajudá-lo a cuidar do meio ambiente.

A saúde e a segurança no trabalho são um fator importantíssimo para o sucesso da empresa – o bem-estar e a segurança da equipe devem ser uma preocupação constante porque, como se sabe, as pessoas são seu ativo mais importante. Ademais, além de cuidar de seu pessoal diretamente, um bom conjunto de políticas de QMASS provoca um segundo efeito: você também pode proteger colegas de trabalho, familiares, funcionários, clientes, fornecedores, comunidades vizinhas e outros membros da população que são impactados pelo seu ambiente de trabalho.

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Certamente você já tem políticas e procedimentos de saúde e segurança implantadas. Mas como saber se você está mesmo aderindo às boas práticas?  A empresa está cumprindo as normas locais, nacionais e até mesmo internacionais? E se você acha que sim, pode provar?

A SGS tem soluções e respostas. Podemos oferecer consultoria e treinamento sobre diferentes tópicos de qualidade, meio ambiente, saúde e segurança. Estamos plenamente familiarizados com a legislação local e com normas internacionais. Normas como a ISO 31000 e REACH. Podemos ajudá-lo em assuntos como higiene ocupacional ou industrial, seu ambiente de trabalho em relação à qualidade do ar, poeira, ruído e vibração, auditoria técnica e substâncias perigosas. E somos especialistas em auditorias ambientais e sustentabilidade econômica e social.

Para qualquer dúvida, pode entrar em contato comigo, ficarei feliz em ajudar!

Paula Azambuja

Certification & Business Enhancement

Coordenadora de Desenvolvimento de Negócios

Cel : +55 11 99908-3312 / Phone:  +55 11 3883-8805

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Email: paula.azambuja@sgs.com

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BRC – Como fazer uma análise dos pontos críticos de controle

O que é o padrão Global BRC?

O padrão Global BRC (British Retail Consortium) foi criado para garantir conformidade de fornecedores e assegurar que as distribuidoras possuem qualidade e segurança nos produtos vendidos. Atualmente o padrão é usado no Mundo todo, podendo ser aplicado em qualquer empresa para garantir confiabilidade em todo o sistema de distribuição.

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Quais são os pontos críticos de controle? Como me preparar?

Para a implantação e avaliação eficaz, é necessário que a empresa tenha um bom planejamento, assim facilitando a certificação.

 

Pontos importantes no planejamento:

  • Estabelecimento de um sistema de gerenciamento de qualidade;
  • Identificação das exigências legais;
  • Identificação e documentação dos riscos específicos à segurança de produtos e as medidas de controle relevantes (sistema HACCP);
  • Identificação das Boas Práticas de Fabricação/Boas Práticas de Higiene, incluindo um programa de controle de pestes, equipamento e construção de programa de manutenção, programa de cuidados e limpeza e todas as exigências padrão específicas;
  • Implantação de quaisquer melhorias estruturais.

 

Como a norma funciona

A norma teve seu inicio no Reino Unido, onde existia uma preocupação muito grande com a segurança de alimentos por causa da responsabilidade em caso de um acidente. Para solucionar o problema, as distribuidoras passaram a exigir que todos os fornecedores fossem certificados com um padrão especializado que garantisse que eles estivessem em conformidade.

Depois da primeira edição em 1998, o padrão foi aperfeiçoado regularmente e hoje se tornou uma ferramenta global baseada nos padrões e metodologias mais recentes e atualizadas.

 

Quais os benefícios da certificação?

Muitas distribuidoras britânicas e europeias, além de claro, grupos globais, só aceitam fornecedores que são certificados pelo BRC Global Standard for Food Safety em suas cadeias de suprimento.

 

Possibilidades com o padrão:

  • Forneça evidência de compromisso e, no caso de um incidente de segurança de alimento, defesa legal no raio do conceito* da “diligência devida”;
  • Construir e operar um sistema de gerenciamento que irá ajudar a cumprir as exigências para qualidade/segurança de alimentos e conformidade, apoiado em referencias de acordo com a legislação aplicável onde o produto final é consumido.
  • Tenha uma ferramenta de melhoria do desempenho da segurança de produto e meios de monitorar o desempenho.
  • Facilite as reduções do desperdício, re-trabalho e recall de produto.

 

Você também pode acessar nossa apresentação sobre o restante de nossas soluções em consultoria baixando gratuitamente aqui.

Para qualquer dúvida, pode entrar em contato comigo, ficarei feliz em ajudar!

 

Paula Azambuja

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Coordenadora de Desenvolvimento de Negócios

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GRI – Elaborando uma estratégia para a sua empresa

A Global Reporting Initiative (GRI) é uma organização internacional que ajuda empresas, governos e instituições a comunicar e divulgar o impacto de suas ações e negócios no meio ambiente e no setor sustentável de forma geral. Alguns exemplos disso são mudanças climáticas, problemas de corrupção e direitos humanos.

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Estratégias para usar os padrões GRI

Os padrões GRI podem ser utilizados para desenvolver relatórios de sustentabilidade que fazem parte de todo um plano de sustentabilidade que a empresa pode implementar, você pode ler mais sobre planos de sustentabilidade aqui.

É importante notar que não é necessário utilizar todos os padrões para essa elaboração. É possível utilizar partes específicas do documento que relatam apenas informações válidas e coerentes com o negócio da sua empresa, e o foco que você deseja ter.

Porém ao separar a forma de utilização dos padrões é necessária uma declaração de uso correspondente, incluindo-a em qualquer relatório baseado nos moldes previstos.

Por que devo elaborar um relatório com base na GRI?

As grandes empresas que criam os seus relatórios com base nos Padrões GRI tem uma série de ‘vantagens’ em comparação com companhias que não divulgam seus impactos.

– Demonstram compromisso com os impactos ambientais e sociais;

– Possuem maior transparência nas relações;

– Maior capacidade de participação em mercados competitivos;

– Planejam atividades, tornam-se mais sustentáveis e posicionam a empresa;

– Seguem a legislação.

Esses benefícios adicionam maior valor à imagem da empresa, proporcionando um aumento na chance de fidelização e análise de dados ao se comprar com o desempenho de outras companhias.

 

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Qual o plano de sustentabilidade da sua empresa?

No momento em que nos encontramos, com a tecnologia disponível, o mercado enxerga a gestão ambiental como uma possibilidade não apenas de ser mais sustentável, mas também de forma mercadológica, como uma oportunidade de aumentar o valor da própria empresa e se destacar no cenário global através de um plano de sustentabilidade.

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Toda empresa independentemente do ramo de serviço visa lucra lucros, e ações de preservação e redução de impactos ao meio ambiente devem ser realizadas de forma coerente ao crescimento da empresa. Então elaborar um plano de sustentabilidade para a sua empresa envolve diversos fatores que devem ser levados em consideração.

O plano de sustentabilidade é responsável por guiar a empresa em todas as questões que devem ser consideradas para reduzir a quantidade de recursos gastos e possíveis danos ao meio ambiente. Através desse plano serão levados em conta todos os objetivos socioambientais da empresa ao, por exemplo, começar um novo investimento ou até mesmo na contratação de novos funcionários.

O plano de sustentabilidade envolve questões sociais também, como por exemplo mostrar aos próprios funcionários que a empresa tem comprometimento com a natureza e a própria região em que está estabelecida.

Na prática, a elaboração de um plano envolve uma estratégia de sistemas a serem implantados, como o Sistema de Gestão Ambiental (SGA) que ao ser vinculado à certificação ambiental, favorece um ambiente sustentável e também empresas certificadas, seus fornecedores, clientes, órgãos públicos e privados.

Devido ao tamanho das possíveis mudanças que podem ser feitas, o plano deve ser elaborado por pessoas que entendam que o objetivo principal é beneficiar a empresa e o meio ambiente, alinhando ambos os lados para trazer valor e competitividade no mercado.

 

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